Na manhã desta quarta-feira (23), um ataque terrorista abalou a cidade de Rambouillet, nos arredores de Paris, na França. Um homem armado, identificado como Khamzat Azimov, de 36 anos, natural da Argélia, matou um cidadão português e feriu cinco polícias antes de ser morto pelas forças de segurança.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades francesas, Azimov já era conhecido pelas autoridades e estava sendo monitorado por suspeita de envolvimento em atividades terroristas. Ele havia sido expulso do país por diversas vezes, mas a Argélia se recusava a recebê-lo de volta.
O ataque aconteceu por volta das 10h30, na entrada da delegacia de polícia de Rambouillet. Azimov, que trabalhava como entregador de comida, entrou na delegacia e esfaqueou uma funcionária, uma mulher portuguesa de 49 anos, que acabou não resistindo aos ferimentos e veio a falecer.
Após o ataque, o terrorista tentou fugir, mas foi interceptado pelos policiais que estavam no local. Ele resistiu à prisão e acabou ferindo cinco polícias antes de ser baleado e morto pelas forças de segurança.
O presidente francês, Emmanuel Macron, condenou o ataque e prestou solidariedade às vítimas e suas famílias. Ele afirmou que a França continuará lutando contra o terrorismo e que a nação não se curvará diante desses atos de violência.
O primeiro-ministro português, António Costa, também se manifestou sobre o incidente, lamentando a morte da cidadã portuguesa e expressando sua solidariedade ao povo francês.
O ataque em Rambouillet reacende o debate sobre a segurança na Europa e a luta contra o terrorismo. A França tem sido alvo frequente de ataques terroristas nos últimos anos, com o país sendo palco de grandes atentados que deixaram dezenas de mortos.
A Argélia, país de origem do terrorista, tem sido criticada por se recusar a receber de volta cidadãos acusados de terrorismo ou que tiveram seus pedidos de asilo negados por outros países europeus. Essa postura tem gerado preocupação e discussões sobre a necessidade de uma maior cooperação entre os países no combate ao terrorismo.
Enquanto isso, a cidade de Rambouillet está em luto e as autoridades continuam investigando o ataque para entender os motivos e possíveis cúmplices. A segurança foi reforçada em toda a região e as autoridades pedem à população que mantenha a calma e a vigilância.
A morte do cidadão português e os ferimentos causados aos polícias são um duro golpe para a comunidade internacional e uma triste lembrança de que o terrorismo continua sendo uma ameaça real e presente em nossas vidas. Mas é importante lembrar que, apesar desses atos de violência, a maioria das pessoas no mundo deseja viver em paz e harmonia.
Neste momento de dor e tristeza, é preciso manter a união e a solidariedade entre os povos, reforçando o diálogo e a cooperação para que juntos possamos construir um mundo mais seguro e pacífico. Que a memória da vítima portuguesa e a coragem dos polícias feridos sejam lembradas como símbolos de resistência e esperança em um futuro melhor.













