O Bloco de Esquerda (BE) teve um resultado aquém do esperado nas eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, que ocorreram no último domingo (22). O partido, que tinha como objetivo voltar a eleger um deputado para o arquipélago, não conseguiu alcançar esse feito. No entanto, o líder parlamentar do BE, Fabian Figueiredo, rejeitou qualquer leitura nacional do resultado e destacou a importância de se analisar o contexto específico da Madeira.
Em declarações à imprensa, Fabian Figueiredo afirmou que o BE tinha como objetivo eleger um deputado para a Assembleia Legislativa da Madeira, mas que o resultado obtido não reflete a realidade do partido a nível nacional. Segundo ele, é preciso entender as particularidades da política na região autónoma e não fazer uma leitura generalizada do resultado.
O líder parlamentar do BE destacou ainda que o partido teve uma campanha positiva e que conseguiu apresentar propostas concretas para a Madeira. No entanto, reconheceu que o contexto político na região é complexo e que o resultado eleitoral não foi o esperado. Mesmo assim, Fabian Figueiredo ressaltou que o BE continuará a trabalhar em prol dos madeirenses e a lutar por uma política mais justa e igualitária.
É importante lembrar que o BE é um partido relativamente novo na Madeira, tendo apenas uma representação parlamentar na região desde 2015. Nas eleições deste ano, o partido apresentou uma lista liderada por Paulino Ascenção, que já tinha sido candidato em 2015. No entanto, a lista não conseguiu alcançar os resultados necessários para eleger um deputado.
Apesar disso, o BE conseguiu aumentar a sua votação em relação às eleições anteriores, passando de 3,9% para 5,5%. Isso mostra que o partido tem vindo a crescer na Madeira e que tem conquistado cada vez mais apoio da população. Além disso, o BE foi o único partido que apresentou uma lista totalmente composta por candidatos madeirenses, o que demonstra o compromisso do partido com a região.
O líder parlamentar do BE também destacou a importância de se analisar o contexto político atual na Madeira. O arquipélago tem sido governado pelo PSD há mais de 40 anos e, nas últimas eleições, o partido perdeu a maioria absoluta, tendo que formar uma coligação com o CDS-PP para se manter no poder. Isso mostra que a população madeirense está cada vez mais aberta a novas opções políticas e que o monopólio do PSD está a ser quebrado.
Por fim, Fabian Figueiredo reforçou que o BE continuará a trabalhar para conquistar a confiança dos madeirenses e a lutar por uma política mais justa e igualitária na região. O partido tem vindo a crescer e a ganhar espaço na Madeira, e isso é um sinal de que a população está a reconhecer o trabalho e as propostas do BE. O resultado eleitoral não foi o esperado, mas o partido não desistirá de lutar pelos seus ideais e pela melhoria da vida dos madeirenses.
Em suma, o líder parlamentar do BE, Fabian Figueiredo, reconheceu que o partido queria ter voltado a eleger para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, mas rejeitou qualquer leitura nacional do resultado. O BE continuará a trabalhar para conquistar a confiança dos madeirenses e a lutar por uma política mais justa e igualitária na região. O














