Os estudantes pelo fim ao fóssil até 2030 manifestam-se entre a Praça José Fontana, em Lisboa, e a Assembleia da República, num percurso de cerca de três quilómetros.
No dia 24 de maio, milhares de estudantes de todas as idades reuniram-se na Praça José Fontana, em Lisboa, para manifestar a sua preocupação com o futuro do planeta e exigir a ação imediata dos governos na luta contra as alterações climáticas. O objetivo dessa manifestação foi claro: acabar com a utilização de combustíveis fósseis até 2030.
O movimento, que começou com a jovem ativista sueca Greta Thunberg, tem vindo a ganhar cada vez mais força e apoio em todo o mundo. Os estudantes, que serão os mais afetados pelas consequências das alterações climáticas, estão a assumir um papel de liderança na luta pelo futuro do planeta. E a manifestação em Lisboa foi mais uma prova disso.
Com cartazes e palavras de ordem, os manifestantes percorreram cerca de três quilómetros até à Assembleia da República, onde foram recebidos por membros do governo e deputados. O percurso foi marcado por uma energia contagiante e pela determinação dos jovens em fazerem ouvir a sua voz.
Durante a manifestação, foram várias as intervenções de estudantes e ativistas que alertaram para a urgência de medidas concretas para combater as alterações climáticas. Foi também destacado o papel dos governos e das grandes empresas na poluição do planeta e na exploração dos recursos naturais, muitas vezes em detrimento do bem-estar das futuras gerações.
Mas os estudantes não se limitaram apenas a criticar, eles também apresentaram soluções e pediram ações concretas para um futuro mais sustentável. O fim do uso de combustíveis fósseis até 2030 é apenas uma das medidas exigidas pelos manifestantes. Eles também pediram investimentos em energias renováveis, a redução da emissão de gases de efeito estufa e uma mudança de mentalidade em relação ao consumo e ao estilo de vida.
A manifestação em Lisboa foi mais uma prova de que os jovens estão a assumir um papel ativo na luta contra as alterações climáticas. Eles não estão satisfeitos com as promessas vagas e as medidas insuficientes dos governos, eles querem ação imediata e resultados concretos. Eles estão a mostrar que a sua voz é poderosa e que estão dispostos a lutar pelo futuro do planeta.
O movimento “Estudantes pelo fim ao fóssil até 2030” é um chamado à ação para todos nós. Os estudantes estão a dar o exemplo e a mostrar que é possível mudar o curso das coisas, mesmo que isso signifique enfrentar grandes desafios. Eles estão a inspirar outras gerações a juntarem-se a eles e a exigirem um futuro mais sustentável para todos.
É importante que os governos e as empresas ouçam e atendam às exigências dos estudantes. O futuro do planeta está nas mãos de todos nós e é urgente agir agora. Não podemos continuar a ignorar os sinais das alterações climáticas e a colocar os interesses económicos acima do bem-estar do planeta e das futuras gerações.
A manifestação em Lisboa foi um momento marcante na luta contra as alterações climáticas. Mas não podemos parar por aqui. É preciso continuar a pressionar os governos e as empresas e a promover mudanças reais e sustentáveis. Os estudantes estão a dar o exemplo, agora é a hora de agirmos todos juntos pelo bem do nosso planeta.














