O secretário-geral do Partido Comunista Português, Jerónimo de Sousa, fez uma declaração hoje sobre a atual situação política do país, acusando o primeiro-ministro António Costa de tentar alterar a legislação laboral para beneficiar os empregadores e impor uma maior precariedade e aumento de horas de trabalho. Além disso, Jerónimo de Sousa referiu-se aos partidos PSD, CDS, Chega, Iniciativa Liberal e PS como o “quinteto do retrocesso”, alertando para o perigo de um regresso a políticas que prejudicam os trabalhadores.
Numa altura em que a pandemia da COVID-19 continua a afetar a economia e o mercado de trabalho, é compreensível que existam preocupações quanto ao futuro das relações laborais em Portugal. No entanto, o secretário-geral do PCP deixa claro que qualquer tentativa de alterar a legislação laboral deve ser feita com o objetivo de proteger os direitos dos trabalhadores e não de beneficiar os empregadores.
De acordo com Jerónimo de Sousa, a intenção do governo de rever a legislação laboral, ao invés de proteger os trabalhadores, pretende “impor mais precariedade e mais horas de trabalho”. Esta postura, segundo o líder do PCP, é uma ameaça para os trabalhadores portugueses, especialmente para aqueles que já se encontram em situações mais vulneráveis.
Numa altura em que se celebra o 48º aniversário da Revolução dos Cravos, que trouxe consigo importantes conquistas em matéria de direitos laborais, é importante não esquecer que o caminho a seguir deve ser o da valorização dos trabalhadores e não o da precarização. O secretário-geral do PCP alertou ainda para a necessidade de combater a tendência de aumento do desemprego e do trabalho precário, que tem sido uma realidade crescente nos últimos anos.
Ao referir-se aos partidos que compõem a oposição, Jerónimo de Sousa destacou que PSD, CDS, Chega, Iniciativa Liberal e PS representam o “quinteto do retrocesso”, uma vez que defendem políticas que vão contra os interesses da classe trabalhadora e que visam apenas beneficiar os grandes grupos económicos. E acrescentou que estes partidos não hesitariam em promover medidas que iriam agravar ainda mais as desigualdades sociais e aumentar a exploração dos trabalhadores.
O secretário-geral do PCP alertou ainda para a importância de continuar a lutar pela defesa dos direitos laborais e sociais, destacando que é necessário resistir à pressão dos grandes grupos económicos e dos partidos que os representam. Jerónimo de Sousa enfatizou que a única forma de garantir um futuro justo para os trabalhadores é através da luta e da união na defesa dos seus direitos.
O PCP tem sido um dos principais defensores dos direitos laborais em Portugal, lutando constantemente pela valorização dos trabalhadores e pela melhoria das suas condições de vida. E, neste contexto, o partido reitera o seu compromisso em continuar a defender os direitos dos trabalhadores e a combater qualquer tentativa de retrocesso.
Em conclusão, é importante lembrar que a luta pelos direitos laborais é uma luta contínua e que é necessário permanecer vigilante para que estes não sejam colocados em causa. O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, deixou claro que o partido não irá ficar de braços cruzados perante qualquer tentativa de retrocesso nos direitos dos trabalhadores. E apela a todos os trabalhadores para se unirem na defesa dos seus interesses e na luta por um futuro justo e digno para todos.














