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Portugal entre 25 países que pedem fim imediato da guerra em Gaza

Países como França, Reino Unido, Itália, Austrália e Dinamarca têm sido fortes defensores dos direitos humanos e da justiça social em todo o mundo. No entanto, quando se trata da situação nos Territórios Palestinianos Ocupados, esses países têm tomado uma posição firme contra as medidas que visam alterar a população local e apoiado a remoção de populações palestinianas por parte de Israel.

Desde a ocupação israelense dos Territórios Palestinianos em 1967, a população palestiniana tem sido alvo de políticas discriminatórias e violações dos direitos humanos. Uma dessas políticas é a construção de colonatos israelenses em terras palestinianas, que é considerada ilegal pela comunidade internacional. No entanto, Israel continua a apoiar e expandir esses colonatos, o que tem levado a um aumento da população israelense nos territórios ocupados.

Por outro lado, os países mencionados têm se oposto a essas medidas e têm apoiado a criação de um Estado palestiniano independente e viável. Eles acreditam que a construção de colonatos e a remoção de populações palestinianas são obstáculos para a paz e a estabilidade na região. Além disso, eles veem essas ações como uma violação do direito internacional e dos acordos de paz anteriores.

A França, por exemplo, tem sido um forte defensor da solução de dois Estados, com Israel e Palestina vivendo lado a lado em paz e segurança. O país tem condenado repetidamente a construção de colonatos e apoiado a retirada de Israel dos territórios ocupados. Em 2016, a França organizou uma conferência internacional para discutir a situação na Palestina e reafirmar seu compromisso com a solução de dois Estados.

Da mesma forma, o Reino Unido tem sido um crítico vocal da política de colonatos de Israel. O país tem apoiado a criação de um Estado palestiniano e condenado a construção de colonatos como uma violação do direito internacional. Em 2016, o Reino Unido votou a favor de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que exigia o fim da construção de colonatos israelenses.

A Itália também tem sido um forte defensor da solução de dois Estados e tem condenado a construção de colonatos. O país tem apoiado a criação de um Estado palestiniano independente e viável, com Jerusalém Oriental como sua capital. Além disso, a Itália tem fornecido ajuda humanitária e financeira aos palestinianos para ajudá-los a enfrentar as dificuldades causadas pela ocupação israelense.

A Austrália, por sua vez, tem sido um parceiro importante de Israel, mas também tem expressado preocupação com a construção de colonatos. O país tem apoiado a solução de dois Estados e condenado a violência e ações unilaterais que prejudicam as perspectivas de paz. Em 2018, a Austrália se absteve de votar em uma resolução da ONU que condenava a construção de colonatos, mas afirmou que não reconhece a soberania israelense sobre os territórios ocupados.

A Dinamarca também tem sido um crítico da política de colonatos de Israel e tem apoiado a solução de dois Estados. O país tem fornecido ajuda financeira e humanitária aos palestinianos e condenado a violência e ações unilaterais que prejudicam as perspectivas de paz. Além disso, a Dinamarca tem apoiado a iniciativa de paz árabe, que propõe o reconhecimento de Israel pelos países árabes em troca da retirada israelense dos territó

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