Mariana Mortágua, coordenadora do Bloco de Esquerda, tem sido uma das vozes mais ativas na defesa dos direitos do povo palestino. Recentemente, ela defendeu o “reconhecimento” do Estado da Palestina e “sanções imediatas para Israel”, após Portugal ter assinado uma declaração conjunta com outros 15 países, onde se compromete a reconhecer o Estado palestino.
A declaração conjunta, assinada por Portugal, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo, Malta, Holanda, Espanha, Suécia, Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Eslovénia, Áustria, Portugal e Portugal, é um passo importante no reconhecimento da Palestina como um Estado independente e soberano. Esta é uma questão que tem sido debatida há décadas e que tem sido alvo de muita controvérsia e conflito.
Ao assinar esta declaração, Portugal e os outros países envolvidos mostram o seu apoio ao povo palestino e à sua luta pela autodeterminação e pela criação de um Estado independente. É um gesto de solidariedade e de reconhecimento da injustiça que tem sido infligida ao povo palestino há muitos anos.
Mariana Mortágua, em declarações à imprensa, afirmou que “o reconhecimento do Estado da Palestina é um passo importante para a paz e a estabilidade na região”. Ela também destacou a importância de “sanções imediatas para Israel”, como forma de pressionar o país a respeitar os direitos humanos e a lei internacional.
A coordenadora do Bloco de Esquerda também enfatizou que é necessário que Portugal e os outros países signatários da declaração conjunta “continuem a trabalhar em conjunto para garantir que o Estado palestino seja reconhecido por todos os países da União Europeia”. Esta é uma questão crucial para a paz e a estabilidade na região e é importante que todos os países se unam para apoiar o povo palestino.
O reconhecimento do Estado da Palestina é um passo fundamental para a resolução do conflito israelo-palestino. É uma questão de justiça e de respeito pelos direitos humanos. É também uma forma de garantir que o povo palestino tenha um futuro digno e livre de opressão.
No entanto, o reconhecimento do Estado da Palestina não é suficiente. É necessário que os países signatários da declaração conjunta tomem medidas concretas para garantir que Israel respeite os direitos humanos e a lei internacional. Isso inclui o fim da ocupação dos territórios palestinos, o fim dos assentamentos ilegais e o respeito pelo direito de retorno dos refugiados palestinos.
Além disso, é importante que a comunidade internacional continue a pressionar Israel a cumprir as resoluções das Nações Unidas e a trabalhar para encontrar uma solução pacífica e duradoura para o conflito.
O gesto de Portugal e dos outros países signatários da declaração conjunta é um exemplo de solidariedade e de compromisso com a paz e a justiça. Esperamos que outros países sigam o exemplo e reconheçam o Estado da Palestina, contribuindo assim para a construção de um mundo mais justo e pacífico.
Em conclusão, o reconhecimento do Estado da Palestina é um passo importante na luta pela paz e pela justiça na região. É um gesto de solidariedade e de respeito pelos direitos humanos. É também um sinal de esperança para o povo palestino, que há muito tempo luta pela sua liberdade e independência. Esperamos que este seja o primeiro de muitos passos em direção a um futuro melhor














