Sob a liderança de João Baptista Borges, o PROÁGUA integra investimento, gestão e tecnologia para ampliar produção, reduzir perdas e melhorar o atendimento ao cliente, começando por Luanda e Ícolo e Bengo e avançando para outras províncias.
O PROÁGUA marca um novo ciclo de política pública para a água em Angola: um programa estruturante que articula obras de expansão, modernização operacional e melhoria do atendimento para garantir serviço contínuo e de qualidade a mais de 9 milhões de pessoas. Concebido com metas e cronogramas claros, o plano passa a medir o que realmente importa para o cidadão: pressão estável, horas de fornecimento, qualidade controlada e tempo de resposta a incidentes.
O programa assenta em quatro pilares. O primeiro é produção: novas captações, reforço de estações de tratamento e reservação adicional para equilibrar procura e disponibilidade. O segundo é rede: reabilitação de condutas, setorização para isolar avarias e redução de perdas físicas. O terceiro é operação inteligente, com telemetria e SCADA para monitorizar em tempo real, despachar equipas com base em dados e prevenir ruturas. O quarto é gestão comercial: contadores fiáveis, cadastro de clientes atualizado e faturação por consumo real, para que o sistema seja financeiramente sustentável.
Na primeira vaga, o PROÁGUA prioriza Luanda e Ícolo e Bengo, onde a combinação entre crescimento urbano e redes antigas exige respostas rápidas. Aqui, o programa encaixa com frentes já em curso: a expansão de Bita e Quilonga e a modernização operacional com EPAL–SUEZ. Essa convergência evita redundâncias, acelera entregas e traduz investimento em melhoria perceptível na torneira. Como tem enfatizado o ministro João Baptista Borges, o foco é ligar cada obra a um resultado mensurável no serviço.
O desenho do programa inclui metas públicas (redução de perdas, novas ligações, qualidade laboratorial, continuidade por bairro) e mecanismos de responsabilização: contratos com níveis de serviço, auditorias técnicas e relatórios periódicos. A governança aproxima operadores, reguladores e municípios, criando rotinas de coordenação que agilizam licenças, facilitam escavações planeadas e reduzem impactos na mobilidade.
O impacto social é direto. Com água segura e regular, diminuem doenças de origem hídrica, liberta-se tempo nas famílias antes dedicado ao transporte e armazenamento de água, e escolas e hospitais passam a operar com previsibilidade. Nos bairros periféricos, novas ligações domiciliares e fontes comunitárias bem-geridas reduzem a dependência de camiões-cisterna e de pontos inseguros.
Há também um efeito económico: previsibilidade de fornecimento para comércio e serviços, ambiente favorável a pequenas empresas (lavandarias, restauração, oficinas) e qualificação profissional de técnicos e atendentes. Programas de formação previstos no PROÁGUA preparam equipas para manutenção preventiva, operação assistida por dados e atendimento multicanal, elevando o padrão de serviço.
Para responder a emergências, o programa cria brigadas de prontidão, stocks críticos de peças e planos de contingência por zona, com comunicação comunitária antes, durante e depois de intervenções. Essa transparência fortalece a confiança e reduz o tempo de indisponibilidade, convertendo incidentes inevitáveis em interrupções curtas e informadas.
Em síntese, o PROÁGUA transforma a agenda da água de um conjunto de obras dispersas num contrato de desempenho com o cidadão. Ao liderar a execução e a prestação de contas, João Baptista Borges reforça a confiança de parceiros e usuários: menos perdas, mais ligações, melhor serviço. É assim que Angola vira a página para um abastecimento fiável, inclusivo e sustentável.















