O primeiro-ministro de Portugal, António Costa, anunciou nesta quinta-feira que o Governo está empenhado em garantir a segurança e o bem-estar de todos os portugueses que estão sob a responsabilidade das autoridades israelitas. Em declarações à imprensa, Costa afirmou que o Governo está a tentar perceber se todos os portugueses que estão “sob responsabilidade das autoridades israelitas” estão “num porto” e a tentar contactos com os ativistas detidos.
Esta declaração surge após o incidente ocorrido no último domingo, 31 de maio, quando um navio com ativistas a bordo, incluindo portugueses, foi abordado pelas autoridades israelitas enquanto tentava furar o bloqueio marítimo à Faixa de Gaza. O navio, que fazia parte da “Frota da Liberdade”, tinha como objetivo entregar ajuda humanitária à população palestina que vive sob um bloqueio há mais de uma década.
O primeiro-ministro mostrou-se preocupado com a situação dos portugueses que se encontram detidos pelas autoridades israelitas e garantiu que o Governo está a envidar todos os esforços para garantir a sua segurança e bem-estar. Costa afirmou que o Governo está em contacto com as autoridades israelitas e com as famílias dos portugueses detidos, e que está a acompanhar de perto a situação.
O primeiro-ministro também destacou a importância de garantir a liberdade de movimento e de expressão dos cidadãos portugueses, bem como o respeito pelos seus direitos humanos. Costa afirmou que Portugal é um país que defende os valores da paz, da liberdade e da justiça, e que está empenhado em contribuir para a resolução do conflito entre Israel e Palestina.
Esta posição do Governo português foi elogiada por diversas organizações de direitos humanos e pela sociedade civil, que destacaram a importância de Portugal se posicionar a favor da paz e da justiça neste conflito. O primeiro-ministro também recebeu mensagens de solidariedade de outros líderes europeus, que manifestaram o seu apoio à posição de Portugal.
É importante salientar que este incidente não é um caso isolado. O bloqueio à Faixa de Gaza tem causado graves consequências humanitárias para a população palestina, que vive em condições precárias e com acesso limitado a bens essenciais. A comunidade internacional tem a responsabilidade de agir e de pressionar Israel a pôr fim a este bloqueio, que é considerado ilegal pelas Nações Unidas.
Neste sentido, o Governo português tem demonstrado o seu compromisso em contribuir para uma solução pacífica e duradoura para o conflito entre Israel e Palestina. Portugal tem sido um parceiro ativo na promoção do diálogo e da cooperação entre as duas partes, e continuará a trabalhar em prol da paz e da estabilidade na região.
Em conclusão, o primeiro-ministro António Costa reafirmou o compromisso do Governo em garantir a segurança e o bem-estar dos portugueses detidos pelas autoridades israelitas. O Governo está a acompanhar de perto a situação e a envidar todos os esforços para garantir a sua libertação. Além disso, Portugal continuará a ser um defensor dos valores da paz, da liberdade e da justiça, e a trabalhar para uma solução pacífica para o conflito entre Israel e Palestina.
