No dia 7 de outubro de 2021, um ataque ocorrido na região de Jerusalém foi descrito pelo Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, como “desumano e indefensável”. O ataque, que resultou na morte de duas pessoas e deixou outras feridas, foi condenado por líderes religiosos e políticos de todo o mundo.
O Secretário de Estado do Vaticano, que é o segundo cargo mais importante na hierarquia da Igreja Católica, expressou sua preocupação com a situação atual na região e pediu por uma solução pacífica e justa. Em uma entrevista à agência de notícias Reuters, Parolin afirmou que “a oração não é suficiente” para resolver o conflito entre Israel e Palestina e que é necessário que a comunidade internacional faça mais do que está fazendo atualmente.
O ataque de 7 de outubro foi apenas mais um episódio em um conflito que já dura décadas e tem causado sofrimento e morte de ambos os lados. A solução para esse conflito é complexa e envolve questões históricas, políticas e religiosas, mas o Secretário de Estado do Vaticano acredita que a única solução viável é a criação de dois Estados independentes, um para Israel e outro para Palestina.
Essa posição é apoiada pelo Papa Francisco, que tem sido um defensor incansável da paz e da justiça na região. Em 2014, o Papa Francisco fez uma visita histórica à Terra Santa, onde se encontrou com líderes políticos e religiosos e pediu pelo fim do conflito e pela criação de um Estado palestino. Em seu discurso na cidade de Belém, o Papa afirmou que “a solução dos dois Estados é a única maneira de garantir uma paz duradoura e justa”.
No entanto, o Secretário de Estado do Vaticano também enfatizou que, mesmo em situações de legítima defesa, é necessário respeitar a proporcionalidade. Isso significa que qualquer ação tomada deve ser proporcional à ameaça enfrentada e deve ser feita com o objetivo de proteger a vida humana. O uso desproporcional da força pode levar a mais violência e sofrimento, além de prejudicar as chances de uma solução pacífica.
O ataque de 7 de outubro foi condenado não apenas pelo Vaticano, mas também por líderes de outras religiões e organizações internacionais. O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, afirmou que “ataques como esse são inaceitáveis e só aumentam a violência e o sofrimento na região”. O Conselho de Segurança da ONU também emitiu uma declaração condenando o ataque e pedindo pelo fim da violência.
É importante que a comunidade internacional faça mais para ajudar a resolver esse conflito. A paz na região não pode ser alcançada apenas com palavras, é necessário agir. A ajuda humanitária, o diálogo e a mediação são medidas importantes, mas é necessário que haja um comprometimento real em encontrar uma solução duradoura e justa para ambas as partes.
Além disso, é preciso que todas as partes envolvidas no conflito demonstrem boa vontade e estejam dispostas a fazer concessões. A paz não pode ser alcançada apenas por um lado, é necessário que haja um esforço conjunto para superar as diferenças e buscar uma solução que seja benéfica para todos.
O ataque de 7 de outubro foi um triste lembrete de que a violência e o conflito só trazem mais sofrimento e dor. É hora de dar um basta nessa situação e trabalhar juntos para construir um futuro de paz e prosperidade para as














