O Papa Leão XIV relembra com orgulho a história da instituição que acolheu judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Em um mundo marcado por conflitos e intolerância, a Igreja Católica se destacou por sua atitude humanitária e corajosa ao abrir suas portas para aqueles que eram perseguidos e marginalizados.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o regime nazista liderado por Adolf Hitler promoveu uma política de extermínio em massa contra os judeus, conhecida como o Holocausto. Milhões de pessoas foram perseguidas, torturadas e mortas simplesmente por sua origem étnica e religiosa. Nesse contexto, muitos judeus buscaram refúgio em outros países, mas muitas vezes encontraram portas fechadas e corações endurecidos.
Foi nesse cenário de horror e injustiça que a Igreja Católica, sob a liderança do Papa Pio XII, decidiu agir. Em 1939, o Papa emitiu uma encíclica intitulada “Mit brennender Sorge” (Com ardente preocupação), na qual condenava o regime nazista e suas políticas discriminatórias. Além disso, ele instruiu as igrejas e mosteiros a abrirem suas portas para os judeus em perigo.
A instituição que acolheu judeus durante a Segunda Guerra Mundial foi a Santa Sé, a sede da Igreja Católica em Roma. Sob a liderança do Papa Pio XII, a Santa Sé abrigou centenas de judeus em seus edifícios e propriedades, oferecendo-lhes proteção e segurança. Além disso, o Papa também instruiu as igrejas locais em toda a Europa a seguir o exemplo e acolher os judeus em perigo.
Essa atitude corajosa e humanitária da Igreja Católica salvou a vida de muitos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Muitos sobreviventes do Holocausto relatam que foram acolhidos e protegidos por padres e freiras em conventos e mosteiros, onde encontraram abrigo e esperança em meio ao caos e à perseguição.
O Papa Leão XIV, em seu discurso recente, relembrou essa história com orgulho e gratidão. Ele destacou a importância da solidariedade e da compaixão em tempos de crise e enfatizou o papel da Igreja Católica em acolher e proteger os mais vulneráveis. Ele também ressaltou que essa atitude não foi apenas um ato de caridade, mas também um dever moral e religioso.
Além de acolher judeus em perigo, a Igreja Católica também desempenhou um papel fundamental na ajuda humanitária durante a Segunda Guerra Mundial. Muitas organizações católicas, como a Caritas Internationalis, forneceram assistência e apoio aos refugiados e vítimas da guerra. Além disso, muitos padres e freiras arriscaram suas vidas para ajudar os judeus a escapar dos campos de concentração e a encontrar um lugar seguro para viver.
A atitude da Igreja Católica durante a Segunda Guerra Mundial é um exemplo inspirador de coragem, compaixão e solidariedade. Em um momento em que o mundo estava dividido e cheio de ódio, a Igreja Católica se destacou por sua mensagem de amor e paz. O Papa Leão XIV lembra a todos nós que é nosso dever, como seres humanos e como cristãos, ajudar aqueles que estão em perigo e lutar contra a injustiça e a discriminação.
Hoje, mais de setenta anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, a mensagem de solidariedade e














