“Este não é um processo para se arrastar pelo ano de 2026”, afirmou Rute Agulhas, coordenadora do grupo VITA, em relação ao Congresso Internacional que o grupo está organizando em Fátima nesta quarta-feira. Com o tema “Em defesa da vida e da dignidade humana”, o evento busca debater e conscientizar sobre a questão dos abusos e da violência que ocorrem dentro da sociedade, especialmente no âmbito da família.
A importância de abordar esse assunto não é apenas uma preocupação da Igreja, mas sim de toda a sociedade, como ressalta o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa. Segundo ele, o que acontece dentro da Igreja é apenas uma pequena parte do que acontece em nosso mundo, e é preciso compreender a dimensão desses problemas e procurar soluções efetivas.
O Congresso Internacional organizado pelo grupo VITA é uma iniciativa louvável, pois traz à tona um assunto muitas vezes ignorado ou silenciado. A violência e os abusos não podem mais ser tratados como um tabu, é necessário que sejam discutidos e combatidos de forma séria e efetiva.
É preciso ter em mente que o combate à violência e aos abusos não se limita apenas à esfera religiosa, mas sim a todos os setores da sociedade. É importante que cada pessoa, independentemente de sua crença ou religião, se engaje nessa causa e se conscientize de sua responsabilidade na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
A família, que é considerada a base da sociedade, é um dos principais alvos da violência e dos abusos. Por isso, é fundamental que o Congresso Internacional também aborde esse âmbito, buscando soluções e medidas de prevenção.
No entanto, não basta apenas discutir e conscientizar, é preciso que haja ações concretas e efetivas para enfrentar esse problema. O Congresso Internacional também deve ser um espaço para a troca de experiências e a apresentação de propostas que possam ser aplicadas na prática, tanto na igreja como em outros contextos.
Além disso, é importante ressaltar que o processo de combate à violência e aos abusos não deve se tornar uma mera formalidade. É preciso que haja um comprometimento real e contínuo de todas as instituições envolvidas, bem como da sociedade em geral.
Esse processo não pode se arrastar apenas até o ano de 2026, como alertou Rute Agulhas, pois a questão da violência e dos abusos é urgente e requer medidas imediatas. É necessário que haja uma mobilização constante e uma conscientização contínua para que possamos construir uma sociedade mais solidária e livre de violência.
Portanto, o Congresso Internacional organizado pelo grupo VITA é um momento importante para refletir, debater e agir em prol da defesa da vida e da dignidade humana. Acreditamos que, juntos, podemos construir um mundo mais justo e fraterno para todos.















