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Bispo de Leiria-Fátima apela à paz, ao acolhimento e à dignidade humana

Um dos eixos centrais da mensagem do Bispo D. José Ornelas é a situação dos migrantes e refugiados. Em um mundo cada vez mais globalizado, onde as fronteiras parecem estar se fechando, é importante lembrar que existem milhões de pessoas que estão em busca de uma vida melhor, longe de conflitos e perseguições.

D. José Ornelas nos lembra que muitos desses migrantes e refugiados estão fugindo de situações de guerra e perseguição em seus países de origem. São pessoas que tiveram que deixar tudo para trás, suas casas, suas famílias, suas vidas, em busca de segurança e condições de vida e futuro melhores. E é nosso dever, como seres humanos, acolhê-los e ajudá-los nessa jornada.

No entanto, o Bispo também nos alerta que essas pessoas muitas vezes encontram portas fechadas em seu caminho. Portas fechadas que representam a falta de solidariedade e compaixão por parte de alguns países e governos. Portas fechadas que representam a exploração gananciosa de traficantes de pessoas. Portas fechadas que representam perigos de todo o tipo, incluindo a morte.

É triste pensar que em pleno século XXI ainda existam pessoas que precisam arriscar suas vidas em busca de uma vida melhor. E é ainda mais triste pensar que muitas vezes essas pessoas não encontram a ajuda e o acolhimento que merecem. Mas é importante lembrar que podemos fazer a diferença. Podemos abrir nossas portas e nossos corações para esses migrantes e refugiados, oferecendo-lhes um lugar seguro e digno para viver.

O Bispo D. José Ornelas nos convida a refletir sobre o que podemos fazer para ajudar essas pessoas. Podemos começar por ser mais solidários e compreensivos com aqueles que estão em busca de uma vida melhor. Podemos também apoiar organizações e projetos que trabalham em prol dos migrantes e refugiados, oferecendo-lhes nosso tempo, recursos e habilidades.

Além disso, é importante lembrar que esses migrantes e refugiados trazem consigo uma riqueza cultural e humana que pode enriquecer nossas comunidades. Eles trazem consigo suas histórias, suas tradições, suas habilidades e sua força de vontade para recomeçar. E é nosso dever acolhê-los e valorizar essa diversidade.

Não podemos fechar os olhos para a situação dos migrantes e refugiados. Não podemos ignorar suas necessidades e suas lutas. É preciso agir e fazer a diferença. Como disse o Bispo D. José Ornelas, “a solidariedade é a resposta mais humana e cristã para a situação dos migrantes e refugiados”.

Portanto, que possamos ser mais solidários e acolhedores com aqueles que estão em busca de uma vida melhor. Que possamos abrir nossos corações e nossas portas para essas pessoas, oferecendo-lhes amor, compaixão e esperança. E que possamos lembrar sempre que, apesar das dificuldades, a humanidade ainda é capaz de fazer o bem e de transformar vidas.

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