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Irão nas ruas, silêncio na internet: Khameini “não recuará”, Pahlavi pede ajuda a Trump

O Irã, um país conhecido por sua rica história e cultura, tem enfrentado uma onda de protestos em todas as suas províncias nos últimos meses. Esses protestos foram tão intensos que o governo decidiu cortar quase totalmente o acesso à internet em todo o país. A medida foi tomada com o objetivo de controlar a disseminação de informações e evitar que os manifestantes se organizassem.

As manifestações começaram em novembro de 2019, após o aumento do preço da gasolina em até 300%. O aumento foi uma decisão do governo, que enfrenta uma grave crise econômica e busca aumentar sua receita. No entanto, essa decisão afetou diretamente a população, que já sofria com a inflação e o alto custo de vida.

O aumento do preço da gasolina foi apenas o estopim para uma série de demandas da população, que há anos sofre com a corrupção, a falta de liberdade e a opressão do regime teocrático. Os manifestantes exigem mudanças políticas e econômicas, além de mais liberdade e respeito aos direitos humanos.

Diante dos protestos, o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, endureceu seu discurso, acusando os manifestantes de serem “inimigos do estado” e afirmando que o país não será intimidado por eles. Ele também culpou os Estados Unidos e outros países ocidentais por instigarem os protestos e tentarem desestabilizar o país.

No entanto, os manifestantes negam qualquer interferência estrangeira e afirmam que estão lutando por seus direitos e por um futuro melhor para o Irã. Eles também criticam o governo por gastar recursos em conflitos regionais, como a guerra na Síria, enquanto a população sofre com a falta de serviços básicos e empregos.

Diante dessa situação, o príncipe Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã, Mohammad Reza Pahlavi, fez um apelo direto aos Estados Unidos para que intervenham no país e apoiem os manifestantes. Ele acredita que a ajuda dos EUA pode ser crucial para a queda do regime teocrático e a transição para um governo democrático.

Pahlavi também pediu que os líderes mundiais apoiem os manifestantes e condenem a repressão do governo iraniano. Ele destacou que a população do Irã está cansada de viver sob um regime opressor e que é hora de mudanças reais acontecerem.

Enquanto isso, a comunidade internacional tem acompanhado de perto os acontecimentos no Irã e expressado preocupação com a situação dos direitos humanos no país. O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos pediu ao governo iraniano que respeite o direito à liberdade de expressão e reunião pacífica dos manifestantes.

Além disso, a internet quase totalmente cortada no país tem sido alvo de críticas da comunidade internacional. A falta de acesso à informação e às redes sociais dificulta a comunicação dos manifestantes e impede que o mundo acompanhe de perto a situação no Irã.

No entanto, apesar dos esforços do governo em reprimir os protestos, os manifestantes continuam a sair às ruas em diversas cidades do país. Eles têm enfrentado a violência policial e a prisão, mas não desistem de lutar por seus direitos e por um futuro melhor para o Irã.

A situação no Irã é delicada e requer a atenção e o apoio da comunidade internacional. É preciso que os líderes mundiais se posicionem e pressionem o governo iraniano a respeitar os direitos humanos e ouvir as demandas da população. A mudança é necessária e a voz dos manifestantes deve ser ouvida e apoiada. É hora de o Irã se libert

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