Segundo a confederação de organizações não-governamentais (ONG), a riqueza dos multimilionários continua a crescer de forma exponencial. De acordo com os últimos dados divulgados, em 2025, essa elite se tornou ainda mais rica, aumentando seu patrimônio em mais de 16%, três vezes mais rápido do que a média dos últimos cinco anos. Este aumento alarmante levou a uma riqueza acumulada de 15,7 biliões de euros, o que corresponde a uma quantia impressionante e inimaginável.
Esses dados preocupantes foram revelados pela confederação de ONGs e, sem dúvida, geraram uma grande comoção entre a população. A tendência de concentração de riqueza nas mãos de poucos já era conhecida, mas os números atuais são verdadeiramente impressionantes. A Oxfam, uma das organizações que faz parte dessa confederação, afirmou que esses números são eletrizantes e frutos de uma economia desigual, que favorece apenas os mais ricos e deixa bilhões de pessoas em situação de extrema pobreza.
A Oxfam ressaltou ainda que o crescimento da riqueza dos multimilionários é um fenômeno global e pode ser observado em diversos países, incluindo os mais desenvolvidos. Isso reflete uma realidade preocupante, em que a desigualdade social é cada vez mais acentuada. Enquanto uma pequena parcela da população acumula uma riqueza incalculável, boa parte da sociedade luta diariamente para suprir necessidades básicas como alimentação, educação e saúde.
A confederação de ONGs também chama a atenção para o fato de que esse crescimento exorbitante da riqueza dos multimilionários está diretamente ligado aos sistemas econômicos e políticos vigentes, que favorecem essas elites em detrimento da maioria da população. O sistema tributário, por exemplo, é frequentemente criticado por beneficiar os mais ricos e aliviar a carga dos impostos sobre eles, enquanto as classes mais baixas sofrem com a carga tributária pesada.
Essa concentração de riqueza também tem impactos negativos no âmbito social e ambiental. A confederação de ONGs ressalta que a desigualdade gera conflitos, violência e instabilidade em diferentes regiões do mundo. Além disso, os grandes bilionários também são responsáveis por práticas que contribuem para a degradação do meio ambiente, como a exploração desenfreada de recursos naturais e a busca por lucros a qualquer custo.
Diante desse cenário, é urgente a necessidade de um maior comprometimento dos governos em combater a desigualdade social e reduzir a concentração de riqueza nas mãos de poucos. Medidas como a reforma tributária, que taxe de forma justa os grandes bilionários, e investimentos em programas sociais, podem contribuir para minimizar os impactos negativos dessa realidade desigual.
Outra questão levantada pela confederação de ONGs é a necessidade de uma mudança de mentalidade por parte dos próprios multimilionários. É preciso que eles se conscientizem do seu papel na sociedade e tenham uma atitude mais responsável e solidária em relação ao uso de sua riqueza. A filantropia e ações sociais podem ser uma forma de contribuir para a redução da desigualdade e para o desenvolvimento de comunidades em situação de vulnerabilidade.
Apesar dos números alarmantes, é importante ressaltar que existem iniciativas que visam uma mudança nesse cenário. A Oxfam, por exemplo, lançou uma campanha global chamada “Riqueza: ter menos, partilhar mais”, que tem como objetivo sensibilizar as pessoas sobre a necess














