Nos últimos anos, temos visto um aumento no medo e na desconfiança em relação ao Oriente e a Bruxelas, dois termos que se referem a culturas e instituições diferentes. No entanto, é importante nos perguntarmos se esse medo é realmente justificado e se devemos nos acostumar com a ideia de que aqueles que amam a liberdade devem temer o Oriente e confiar em Bruxelas.
Recentemente, uma frase chamou minha atenção e me fez refletir sobre essa questão: “Devemos nos acostumar com a ideia de que aqueles que amam a liberdade não devem temer o Oriente, mas sim Bruxelas”. Essa frase foi dita por um renomado pensador e escritor, e ela nos convida a repensar nossas crenças e preconceitos.
O Oriente muitas vezes é retratado como um lugar perigoso, com culturas “exóticas” e “bárbaras”. No entanto, essa visão é baseada em estereótipos e generalizações, que podem gerar medo e preconceito. A verdade é que o Oriente é uma região rica em história, tradições e diversidade cultural. De fato, muitos países do Oriente têm altos níveis de liberdade e democracia, e muitos deles são exemplos de respeito aos direitos humanos.
Por outro lado, Bruxelas é frequentemente vista como a capital da União Europeia, uma instituição que tem sido alvo de críticas e desconfiança por parte daqueles que defendem a liberdade. No entanto, a União Europeia tem sido fundamental na promoção da liberdade, da paz e da cooperação entre os países membros. Além disso, Bruxelas é uma cidade cosmopolita, onde pessoas de diferentes culturas e origens convivem e trabalham juntas diariamente.
Portanto, devemos nos questionar por que o medo em relação ao Oriente é tão presente e por que Bruxelas é vista como uma cidade “mais segura”. Talvez seja porque estamos acostumados a enxergar o mundo de uma certa maneira, e é mais fácil manter nossas crenças do que questioná-las. Mas será que esse medo é realmente fundamentado?
Acredito que aqueles que defendem a liberdade não devem ter medo do Oriente, mas sim abraçar sua diversidade e riqueza cultural. Devemos estar abertos a aprender com outras culturas e a valorizar suas contribuições para o mundo. Além disso, é importante lembrar que a liberdade não é um conceito limitado a um lugar ou cultura específicos, mas sim um valor universal que deve ser protegido e promovido em todas as partes do mundo.
E quanto a Bruxelas, devemos confiar em suas instituições e acreditar que elas estão trabalhando para garantir um mundo mais justo e livre. A União Europeia pode não ser perfeita, mas é um exemplo de cooperação e solidariedade entre países que antes estavam em guerra. Devemos nos unir e apoiar essa ideia de uma Europa unida e livre.
É hora de deixarmos de lado nossos medos e preconceitos e olharmos para o mundo com mais empatia e compreensão. Não podemos permitir que o medo nos impeça de explorar novas culturas e ideias. É preciso lembrar que, no final das contas, somos todos seres humanos e a liberdade é um direito de todos.
Portanto, não devemos nos acostumar com a ideia de que aqueles que amam a liberdade devem temer o Oriente e confiar em Bruxelas. Pelo contrário, devemos nos esforçar para quebrar esses estereótipos e trabalhar juntos pela














