A repressão não pode ficar sem resposta. Essa foi a declaração enfática da chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, diante da onda de protestos que tomou conta do Irã nos últimos meses. Desde o final de 2019, milhares de pessoas têm saído às ruas para manifestar sua insatisfação com o regime iraniano, que respondeu com violência e repressão, resultando em pelo menos cinco mil mortos.
Os protestos começaram em novembro, após o aumento do preço da gasolina, mas rapidamente se transformaram em uma revolta contra o governo e suas políticas. Os manifestantes exigem mudanças políticas, econômicas e sociais, além de denunciarem a corrupção e a falta de liberdade no país. No entanto, a resposta do governo foi a de sempre: reprimir e silenciar qualquer voz contrária.
A comunidade internacional não pode ficar indiferente a essa situação. A União Europeia, por meio de sua chefe da diplomacia, deixou claro que a repressão não pode ser tolerada e que é preciso uma resposta à altura. A violência e a violação dos direitos humanos não podem ser ignoradas, principalmente quando resultam em tantas mortes.
É importante lembrar que o Irã é signatário de tratados internacionais que garantem a liberdade de expressão e o direito à manifestação pacífica. No entanto, esses direitos estão sendo sistematicamente violados pelo regime iraniano, que não hesita em usar a força para calar a voz daqueles que se opõem ao governo.
Além disso, a repressão não é uma solução para os problemas enfrentados pelo Irã. Pelo contrário, ela só agrava a situação e aumenta a revolta da população. É preciso que o governo iraniano ouça as demandas do povo e busque soluções pacíficas e democráticas para os problemas do país.
A comunidade internacional também deve se unir para pressionar o Irã a respeitar os direitos humanos e garantir a segurança daqueles que se manifestam pacificamente. A União Europeia já anunciou que está trabalhando em medidas para responsabilizar os responsáveis pela repressão e garantir que os direitos dos cidadãos iranianos sejam respeitados.
É importante lembrar que a repressão não é um problema exclusivo do Irã. Infelizmente, em muitos países ao redor do mundo, a violência é usada como forma de silenciar a oposição e manter o poder nas mãos de poucos. Por isso, é fundamental que a comunidade internacional se una para combater essa prática e garantir que os direitos humanos sejam respeitados em todos os lugares.
Não podemos ficar calados diante da repressão e da violência. É preciso que cada um de nós se posicione e exija mudanças. A liberdade de expressão e o direito à manifestação pacífica são fundamentais para uma sociedade democrática e justa. Não podemos permitir que esses direitos sejam violados e que vidas sejam perdidas em nome da manutenção do poder.
Por isso, é importante que a comunidade internacional continue pressionando o Irã e exigindo que o governo respeite os direitos humanos. Além disso, é fundamental que a população iraniana saiba que não está sozinha e que o mundo está atento à sua luta por liberdade e justiça.
A repressão não pode ficar sem resposta. É preciso que a comunidade internacional se una e exija mudanças no Irã e em todos os lugares onde os direitos humanos são violados. Juntos, podemos fazer a diferença e garantir um futuro melhor para todos.















