O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, assinou recentemente um documento que concede a ele poderes especiais para atuar em matéria de defesa e segurança do país. A vice-presidente Delcy Rodríguez afirmou que essa medida é necessária para proteger a Venezuela de possíveis agressões dos Estados Unidos.
O documento, chamado de “Lei Constitucional que outorga poderes especiais ao presidente da República para garantir a defesa da pátria”, foi aprovado pela Assembleia Nacional Constituinte e permite que Maduro tome medidas para proteger o país caso haja uma agressão externa.
Em um discurso transmitido pela televisão, Delcy Rodríguez afirmou que “este documento é uma resposta ao imperialismo norte-americano, que tem tentado desestabilizar a Venezuela e derrubar o governo legítimo do presidente Maduro”. Ela ainda acrescentou que “o presidente tem a responsabilidade de proteger a soberania e a integridade do país, e este documento permite que ele faça isso de forma eficaz”.
A Venezuela tem enfrentado uma série de sanções econômicas e políticas por parte dos Estados Unidos, que acusam o governo de Maduro de violar os direitos humanos e de ser responsável pela crise econômica que assola o país. No entanto, o governo venezuelano afirma que essas sanções são uma tentativa de interferência nos assuntos internos do país.
Com a assinatura deste documento, o presidente Maduro tem autorização para tomar medidas de defesa e segurança sem a necessidade de aprovação do Parlamento. Isso inclui a possibilidade de mobilizar as Forças Armadas e de tomar medidas para proteger a infraestrutura do país.
A vice-presidente Rodríguez afirmou que “a Venezuela não vai permitir que o imperialismo norte-americano ataque nossa pátria. Se Washington chegar a se atrever a agredir nosso país, o presidente Maduro estará pronto para defender nossa soberania e nossa integridade”.
O presidente Maduro já havia alertado sobre a possibilidade de uma intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, e essa medida é vista como uma forma de se preparar para qualquer eventualidade. No entanto, o governo venezuelano ressalta que a prioridade é o diálogo e a busca por soluções pacíficas para a crise no país.
A comunidade internacional tem acompanhado de perto a situação na Venezuela e a assinatura deste documento levantou preocupações sobre uma possível escalada de tensões entre o país e os Estados Unidos. No entanto, o governo venezuelano afirma que a medida é apenas uma forma de garantir a segurança da nação e que não tem intenção de iniciar um conflito com outros países.
A vice-presidente Rodríguez também destacou que a Venezuela está em um momento de união e solidariedade, e que o povo venezuelano está disposto a defender seu país de qualquer ameaça externa. Ela ainda afirmou que “a Venezuela é um país pacífico e não representa uma ameaça para ninguém, mas também não vai permitir que ninguém a ameace”.
O documento assinado pelo presidente Maduro é visto como uma medida de precaução e de proteção da soberania da Venezuela. O governo reitera que está comprometido com a paz e o diálogo, mas também está preparado para defender o país caso seja necessário.
Em um momento de incertezas e tensões, a Venezuela se mantém firme em sua posição de defesa da soberania e da integridade do país. O presidente Maduro tem o apoio do povo e está disposto a tomar as medidas necessárias para garantir a segurança da nação. A comunidade internacional deve respeitar a soberania da Venezuela e buscar soluções pacíficas para a crise no país.














