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Aprovação de Hana Ghassan cai para 47% no Pará

Aprovação de Hana Ghassan cai para 47% no Pará
Imagem: g1.globo.com. Uso informativo; os direitos pertencem ao seu titular.

Aprovação do governo Hana Ghassan em queda segundo pesquisa Quaest

Uma nova sondagem divulgada pela Quaest neste sábado (26) revela mudanças significativas na aprovação governo Hana Ghassan no estado do Pará. O levantamento, encomendado pela TV Liberal, apresenta dados sobre como os paraenses avaliam a gestão estadual nos primeiros meses de administração.

De acordo com a pesquisa Quaest Pará, o índice de aprovação apresentou uma queda considerável. No período anterior, em 29 de agosto, o percentual estava em 51%, chegando agora a 47% da população consultada. Simultaneamente, o índice de desaprovação cresceu de 22% para 25%, indicando maior insatisfação entre os eleitores paraenses com a atual gestão.

Índices gerais de aprovação e aprovadores indecisos

A margem de indecisos, aqueles que não sabem ou não responderam, manteve-se relativamente estável em 28% dos respondentes, comparado aos 27% registrados anteriormente. Esta métrica sugere que ainda existe um contingente expressivo de eleitores que não formou opinião consolidada sobre o desempenho governamental.

Os dados complementam um quadro complexo sobre a avaliação governo estadual. Entre aqueles com posição definida, a aprovação ainda prevalece, porém com margens menos confortáveis do que no levantamento anterior. A redução de quatro pontos percentuais em menos de um mês aponta para tendência de desgaste progressivo na percepção pública.

Avaliação geral do desempenho administrativo

Além da aprovação simples, a Quaest também investigou como os paraenses avaliam qualitativamente o governo. Nesta métrica, 35% consideram o desempenho positivo, ante 36% no levantamento de agosto. O percentual daqueles que avaliam como regular permaneceu significativo em 30%, enquanto 31% haviam apontado esta categoria anteriormente.

A avaliação negativa apresentou incremento, passando de 13% para 16%. Este crescimento sugere aumento na base de descontentes com as políticas e ações implementadas pela administração estadual. Paralelamente, 19% dos respondentes declararam não saber ou não responder à pergunta sobre avaliação.

Principais problemas enfrentados pelo Pará segundo população

O levantamento investigou também qual seria, na perspectiva dos eleitores, o principal desafio enfrentado pelo estado. A Quaest apresentou aos respondentes uma questão aberta sobre os maiores problemas do Pará, colhendo respostas que indicam as prioridades percebidas pela população.

A saúde emergiu como a questão mais premente, apontada por 37% dos paraenses como o principal problema estadual. Este percentual elevado reflete preocupações com a qualidade, acesso e disponibilidade de serviços de saúde pública na região. Em seguida, a violência foi citada por 12% como desafio crucial, demonstrando que questões de segurança permanecem no centro das atenções populares.

Outros problemas mencionados incluem infraestrutura (7%), desemprego (5%), economia (5%) e corrupção (4%). Educação foi citada por 3%, enquanto enchentes e pobreza/desigualdade tiveram 2% cada. Treze por cento dos entrevistados apontaram outras questões não especificadas, e apenas 1% considerou não haver problemas significativos.

Metodologia e confiabilidade da pesquisa Quaest

A pesquisa Quaest ouviu 804 pessoas com 16 anos ou mais durante os dias 22 a 25 de setembro. A margem de erro estabelecida é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O número de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é PA-07402/2026, garantindo total rastreabilidade e conformidade com regulamentações eleitorais.

Estes dados oferecem um panorama detalhado sobre como os eleitores paraenses percebem a administração estadual e os desafios enfrentados pelo Pará. A queda na aprovação, combinada com aumento na desaprovação, sugere que o governo enfrenta pressões significativas em sua tentativa de resolver as questões que mais afetam a população local, particularmente nas áreas de saúde e segurança pública.

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