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Pesquisa Quaest Senado Rondônia: Máximo lidera com 18%

Pesquisa Quaest Senado Rondônia: Máximo lidera com 18%
Imagem: g1.globo.com. Uso informativo; os direitos pertencem ao seu titular.

Pesquisa Quaest revela panorama da disputa senatorial em Rondônia

A pesquisa Quaest Senado Rondônia, divulgada nesta quinta-feira (24), apresenta um mapeamento detalhado de como está configurada a corrida pelo Senado estadual. O levantamento foi encomendado pela Rede Amazônica e fornece informações cruciais sobre as intenções de voto dos eleitores rondonienses para as próximas eleições.

A pesquisa Quaest Senado Rondônia utilizou metodologia robusta, entrevistando 804 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro. O levantamento possui margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, e foi devidamente registrado no TSE com os números RO-08556/2026 e BR-06511/2026.

Contexto das eleições de 2026 para o Senado

Em 2026, serão eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, totalizando a renovação de 54 das 81 cadeiras do Senado Brasileiro. Este processo eleitoral diferencia-se pela necessidade de cada eleitor votar em dois candidatos distintos, impossibilitando a repetição do mesmo nome nas duas vagas disponíveis.

Resultados combinados da pesquisa estimulada

Nos resultados totais que combinam as menções para primeira e segunda vagas, mantendo a proporção entre candidatos, brancos, nulos e indecisos, o cenário apresenta as seguintes posições:

Dr. Fernando Máximo (PL) figura como líder da preferência eleitoral com 18% das intenções de voto, registrando crescimento em relação aos 17% apurados em 25 de agosto. Sílvia Cristina (PP) aparece em segundo lugar com 16%, representando avanço significativo desde os 11% da pesquisa anterior.

Mariana Carvalho (Republicanos) mantém terceira posição com 11%, evoluindo modestamente de 10%. Bruno Bolsonaro Sheid (PL) sofreu recuo, passando de 11% para 8%. Os demais candidatos apresentam números menores, com Acir Gurgacz (PDT) em 4%, Luciana Oliveira (PT) em 3%, e Luis Fernando (PSD), Neidinha (PSB) e Engenheiro Thulio (Missão) com 1% cada.

Índice de indecisos permanece em patamar elevado com 27% dos eleitores ainda sem escolha definida. Adicionalmente, 10% manifestam intenção de votar em branco, anular o voto ou não participar das eleições.

Análise por vaga: primeira e segunda posição

Cenário da primeira vaga senatorial

Para a primeira vaga, Sílvia Cristina (PP) apresenta maior preferência com 22%, registrando salto substancial desde os 16% anteriores. Dr. Fernando Máximo (PL) aproxima-se com 21%, evoluindo marginalmente de 20%. Mariana Carvalho permanece em 11%, enquanto Bruno Bolsonaro Sheid recua de 12% para 9%.

Neste cenário específico, 21% dos entrevistados ainda encontram-se indecisos e 8% indicam voto em branco ou nulidade. Outros candidatos distribuem-se com índices reduzidos entre 0% e 3%.

Dinâmica da segunda vaga senatorial

Para a segunda vaga, Dr. Fernando Máximo (PL) recupera protagonismo com 15%, mantendo estabilidade em relação à pesquisa de agosto. Mariana Carvalho (Republicanos) registra 11%, com leve progresso de 9%. Sílvia Cristina (PP) apresenta 9%, evoluindo de 6%.

A segunda vaga caracteriza-se por maior indecisão eleitoral, com 33% dos entrevistados ainda sem decisão consolidada. Bruno Bolsonaro Sheid aparece com 7%, enquanto Acir Gurgacz e Luciana Oliveira figuram com 4% cada. O segmento de votos em branco ou nulo totaliza 13%.

Pesquisa espontânea revela alta indecisão

Na modalidade espontânea, onde os nomes não são apresentados aos eleitores entrevistados, o cenário muda drasticamente. Dr. Fernando Máximo e Sílvia Cristina empatam com 6% de menções cada, enquanto Bruno Bolsonaro Sheid alcança 4%. A indecisão atinge marca expressiva de 76%, demonstrando que a maioria absoluta dos eleitores não consegue mencionar espontaneamente um candidato.

Rejeição e conhecimento dos candidatos

Dados sobre rejeição revelam padrões importantes de aceitação e resistência eleitoral. Dr. Fernando Máximo (PL) apresenta melhor equilíbrio, com 42% que o conhecem e votariam, 44% que não conhecem e apenas 14% que o conhecem mas não votariam.

Sílvia Cristina (PP) registra 39% de possíveis votantes entre aqueles que a conhecem, 45% de desconhecimento e 16% de rejeição. Mariana Carvalho (Republicanos) exibe 31% de potencial eleitoral, 46% de desconhecimento e 23% de rejeição, configurando-se como um dos candidatos mais rejeitados.

Acir Gurgacz (PDT) apresenta indicadores preocupantes com apenas 11% que o conhecem e votariam, 56% de desconhecimento e expressivos 33% de rejeição. Este padrão o coloca entre os mais rejeitados da disputa. Bruno Bolsonaro Sheid sofre com alto desconhecimento de 64%, embora possua 24% de potencial eleitoral entre aqueles que o conhecem.

Candidatos como Luciana Oliveira (PT), Luis Fernando (PSD), Neidinha (PSB), Aires Mota (PV) e Engenheiro Thulio (Missão) apresentam baixíssimo conhecimento entre os eleitores, ficando abaixo dos 10% de potencial eleitoral declarado.

Consolidação do voto ainda em processo

Segundo a pesquisa, 63% dos eleitores consultados relatam que sua escolha de candidato já é definitiva. Entretanto, 36% indicam possibilidade de mudança de voto até o pleito de 4 de outubro de 2026, sugerindo que o cenário permanece dinâmico e sujeito a transformações significativas nos próximos meses.

Este percentual expressivo de eleitores em dúvida, associado aos 27% de indecisos na pesquisa estimulada, aponta para elevada volatilidade eleitoral e potencial para realinhamentos substanciais até o dia da votação.

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